cartaz de oferta fácil
Cartazes

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TL;DR: Se você nunca fez cartaz de oferta na vida, começa pelo básico: abre o Word (ou papel em branco com pincel atômico), coloca preço gigante no meio, produto em cima, prazo embaixo — e cola na vitrine. Em 10 minutos está feito. Este guia é pra esse primeiro cartaz. Sem designer, sem agência. Só 5 passos, 3 templates nível iniciante (Word, ds.marketing, manuscrito), frases prontas pra copiar, cores que funcionam sempre (amarelo+preto), e os erros mais comuns de quem está começando. Quando você quiser automatizar a rotina semanal, a ds.marketing tem templates de cartaz prontos pra cada segmento (supermercado, padaria, açougue, farmácia, pet, material de construção).

cartaz de oferta fácil e rápido feito em 10 minutos com preço em destaque
Cartaz de oferta fácil e rápido — feito em 10 minutos, sem ferramenta paga, pra quem nunca fez antes.

Sábado, 10h. A dona do mercadinho recebeu ontem 40 caixas de macarrão com desconto do fornecedor. Precisa girar rápido. Nunca fez cartaz na vida. Abre o Word, olha pra tela, fecha. Procura no Google “como fazer cartaz” e acha tutoriais de 40 minutos ensinando a mexer no Photoshop. Fecha de novo. Pega um papel A4, escreve “MACARRÃO R$ 2,99” com caneta Bic e cola com fita crepe. Ninguém lê. 16h: 40 caixas intactas.

Este guia é pra evitar esse sábado. Cartaz de oferta fácil e rápido, pra quem nunca fez, em 10 minutos — usando Word, ds.marketing ou papel e pincel atômico. Sem designer. Sem agência. Sem gastar nada. Nos próximos 1.500 parágrafos: os 5 passos do processo mínimo, 3 templates prontos, frases pra copiar, as cores que funcionam sempre, e os 6 erros que todo iniciante comete. Quando quiser automatizar de verdade, a ds.marketing tem templates prontos por segmento com preço puxado do seu cadastro.

Cartaz de oferta em 10 minutos: os 5 passos

Cronômetro no celular, 10 minutos. Os 5 passos abaixo levam o iniciante zerado do nada ao cartaz colado na vitrine. Nenhum passo exige conhecimento de design.

Passo 1 (1 minuto): escolher o produto e o preço

Um produto só. Nunca dois no mesmo cartaz na primeira vez — vai confundir o cliente e confundir você. Anota num papel:

  • Nome do produto igual está na embalagem: “Macarrão Espaguete Galo 500g”, não “Macarrão”.
  • Preço cheio (quanto custava antes): R$ 4,99.
  • Preço promocional (quanto custa agora): R$ 2,99.
  • Data de fim da oferta: “até domingo” ou “25 a 28 de abril”.

Passo 2 (1 minuto): escolher a ferramenta

Só três opções no nível iniciante. Escolhe uma e segue nela por pelo menos um mês antes de trocar.

  • Word ou Google Docs — se você já tem instalado e sabe digitar. Layout A4 paisagem, fonte grande, pronto.
  • ds.marketing — se quer templates de cartaz prontos pro seu segmento (supermercado, padaria, açougue, farmácia, pet, construção) com preço puxado do seu cadastro. Abre no navegador, escolhe produto e imprime.
  • Papel + pincel atômico preto — se a impressora está sem tinta ou você não confia no computador. Serve pra açougue, padaria, hortifruti, feira.

Passo 3 (5 minutos): montar o cartaz no esquema 3-em-1

Independente da ferramenta escolhida, o layout de iniciante é o mesmo — três blocos empilhados:

  • Bloco de cima (20% do espaço): nome do produto. Fonte média, preto, em cima.
  • Bloco do meio (60% do espaço): preço promocional gigante. Fonte bold. Vermelho ou preto. Se tiver o preço “de / por”, o “por” é que é gigante.
  • Bloco de baixo (20% do espaço): prazo da oferta + nome pequeno da loja no canto inferior direito.

Pronto. Nenhuma frase extra. Nenhuma foto (a foto vem no nível 2, depois). Nenhuma arte decorativa. O cartaz nível iniciante é: produto + preço + prazo. Fim.

Passo 4 (2 minutos): imprimir e cortar

A4 paisagem se é pra balcão ou prateleira pequena. A3 paisagem se é pra vitrine (e cabe na impressora grande). Se só tem impressora A4, imprime duas folhas A4 e cola lado a lado na vitrine — vira um A3 improvisado. Papel comum serve; papel couché fica bonito mas custa 5x mais.

Passo 5 (1 minuto): colar na altura certa

Altura dos olhos do cliente adulto médio: entre 1,50 m e 1,70 m do chão. Nem no alto da vitrine (cliente não olha pra cima), nem no balcão (cliente não olha pra baixo). Fita dupla-face serve se o vidro está limpo; fita crepe serve pra papel comum e não deixa cola. Se a vitrine tem sol direto, fita crepe descola em 2 horas — troca por dupla-face 3M.

Dez minutos. Um cartaz feito. Colado. Funcional. Se o preço é bom e o produto gira, já vai vender hoje. Se não vender, o próximo cartaz você faz em 8 minutos porque já sabe o caminho.

3 templates nível iniciante (Word, ds.marketing, manuscrito)

Cada template abaixo é descrito em detalhe — você pode reproduzir direto sem precisar baixar nada extra.

Template 1: Word (ou Google Docs) — zero custo, funciona hoje

  • Abrir: Word em branco, Layout > Orientação > Paisagem, Tamanho > A4.
  • Primeira linha: nome do produto em Arial Bold 48pt, centralizado, preto.
  • Segunda linha (3 linhas de respiro): preço em Arial Black 220pt, centralizado, vermelho ou preto. Sim, 220 — o preço é o herói.
  • Terceira linha: “Oferta até [data]” em Arial Bold 28pt, centralizado, cinza escuro.
  • Rodapé: nome da loja em Arial 14pt, canto inferior direito.
  • Salvar e imprimir: Ctrl+P, colorido se tiver, preto e branco também funciona.

O Word tem poucas fontes, mas pro iniciante é a vantagem — menos escolha, menos paralisia. O próprio site da Microsoft oferece templates prontos gratuitos de flyer e cartaz na guia “Arquivo > Novo” que você adapta em minutos.

Template 2: ds.marketing — template setorial pronto

  • Entrar: criar conta grátis em ds.marketing em 30 segundos.
  • Escolher segmento: supermercado, padaria, açougue, farmácia, pet shop, material de construção. Cada um abre templates específicos de cartaz com paleta e fonte certas do setor (farmácia clean, açougue impactante, padaria afetivo).
  • Cadastrar produto e preço: digita o produto, o preço promocional e o prazo — a ferramenta já aplica a hierarquia visual (preço gigante 60%, produto em cima, prazo embaixo) sem você pensar.
  • Trocar logo da loja: sobe a logo uma vez e ela entra em todos os cartazes automaticamente.
  • Exportar: A4 ou A3 em PDF pra imprimir e vertical 1080×1920 pra mandar no zap da lista da loja.

A ds.marketing serve pra quem faz 2 ou 3 cartazes por semana e não quer perder sábado inteiro no design. Quem faz um por mês pode ficar no Word mesmo — ferramenta certa pro volume certo.

Template 3: manuscrito com pincel atômico — clássico brasileiro

  • Material: folha A3 (ou 2 A4 coladas), pincel atômico preto ponta grossa (Pilot 850 ou Faber-Castell), régua opcional.
  • Marcar com lápis primeiro: traça duas linhas horizontais dividindo a folha em três partes (20% / 60% / 20%).
  • Parte de cima: nome do produto em caixa alta, letra firme, tamanho médio — cabe em uma linha só.
  • Parte do meio: preço em números gigantes. Os dígitos ocupam toda a parte central. Preenche com preto bem marcado — letra fina não lê a 3 metros.
  • Parte de baixo: “Só hoje” ou “Até domingo” em caixa alta, tamanho pequeno.
  • Apagar linhas de lápis: borracha limpa, cartaz pronto.

Cartaz manuscrito é o padrão-ouro de açougue, padaria e feira — passa “feito agora, fresco”. Funciona menos em farmácia e loja de moda, que pedem visual profissional. Mas pra oferta-relâmpago de último minuto em qualquer lojinha, o manuscrito converte mais que o impresso mal feito.

cartaz de oferta fácil em amarelo e vermelho com preço em destaque
Combinação amarelo + vermelho — a paleta que funciona no primeiro cartaz de qualquer iniciante.

5 frases prontas pra copiar e colar

No primeiro cartaz, não tem que inventar frase. Copia uma das 5 abaixo, troca produto, preço e prazo, e tá pronto. Testadas no varejo independente brasileiro há décadas.

1. A clássica desconto direto

[PRODUTO] · DE R$ [X] POR R$ [Y] · ATÉ [DATA]
Exemplo: “Macarrão Galo Espaguete 500g · de R$ 4,99 por R$ 2,99 · até domingo”.

2. A “leve mais paga menos”

[PRODUTO] · LEVE [N] PAGUE [N-1] · R$ [X] CADA
Exemplo: “Sabonete Dove 90g · leve 3 pague 2 · R$ 3,99 cada”.

3. A do preço fracionado

[PRODUTO] · 3X DE R$ [Y] · À VISTA R$ [X]
Exemplo: “TV Samsung 43″ Smart · 3x de R$ 599 · à vista R$ 1.699”.

4. A da urgência pura

[PRODUTO] · SÓ HOJE · R$ [X]
Exemplo: “Picanha bovina · só hoje · R$ 79,90/kg”.

5. A do combo

[PRODUTO A] + [PRODUTO B] · POR R$ [X]
Exemplo: “Café Melitta 500g + Filtro 103 · por R$ 17,90”.

Essas 5 frases resolvem 80% das ofertas de uma lojinha nos primeiros 3 meses. Quando você quiser ir além, o guia de 70 textos prontos para cartaz de oferta categoriza por gatilho psicológico (urgência, escassez, prova social, prazer) e traz variações adaptáveis.

Cores pré-testadas: se estiver em dúvida, amarelo+preto

Nível iniciante, tem uma regra simples pra cor: se está em dúvida, usa amarelo de fundo e preto no texto. É a combinação que funciona desde as primeiras promoções de supermercado no Brasil nos anos 60 e continua vencendo teste de conversão hoje. Amarelo puxa o olho a distância; preto dá contraste máximo pro preço.

Top 3 combinações seguras pra iniciante

  1. Amarelo + preto — atenção máxima, serve em 9 de 10 lojas. Amarelo puro (#FFDE00), preto puro (#000).
  2. Vermelho + branco — urgência máxima, ideal pra “só hoje” e liquidação. Vermelho puro (#E30613), branco (#FFF).
  3. Branco + preto — clean e confiável, ideal pra farmácia, moda ou loja que quer parecer profissional. Branco puro, preto puro, talvez um toque de vermelho só no preço.

Combinações pra evitar no primeiro cartaz

  • Rosa + verde claro — baixo contraste, não lê a distância.
  • Azul marinho + preto — tudo escuro, preço somem.
  • Mais de 3 cores — fica polui, iniciante perde controle.

Regra de ouro pro iniciante: 2 cores + branco/preto. Nunca mais que isso. Se o template que você pegou vem com 5 cores, troca pra 2. Dá mais legibilidade e parece mais profissional por acidente.

Dado público do POPAI Brasil, entidade que estuda comportamento no ponto de venda, é que cartazes com alto contraste retêm o olho 2 a 3 vezes mais que cartazes de baixo contraste. E o olho retido é o primeiro passo pro preço ser lido.

Erros de iniciante que estragam o cartaz

Os 6 erros abaixo aparecem em praticamente todo primeiro cartaz. Se você evita os 6, já sai na frente do seu próprio histórico.

1. Texto pequeno demais

O maior e mais comum erro: iniciante escreve o preço no mesmo tamanho do nome do produto. Regra: o preço sozinho ocupa pelo menos 50% da folha. Se parece exagerado na tela, está certo — ninguém lê cartaz com lupa a 3 metros.

2. Foto errada ou foto ruim

No primeiro cartaz, pula a foto. Preço e produto em texto já resolvem. Se insistir em foto, tira com o celular na luz natural (janela lateral, sem flash). Nunca pega foto do Google — cliente vê a marca errada e desconfia.

3. Esquecer a data

Cartaz sem data vira paisagem. Cliente pensa “depois eu passo” e nunca passa. Sempre: “até [dia]”, “só hoje”, “enquanto durar o estoque”. A orientação pública do SEBRAE é que toda oferta precisa ter data de validade clara pra não configurar propaganda enganosa pelo artigo 37 do Código de Defesa do Consumidor.

4. Fonte decorativa demais

Comic Sans, fontes caligráficas, fontes com sombra. Ninguém lê a distância. Iniciante: fica em Arial Bold, Helvetica Bold ou Impact. Sem exceção no primeiro mês.

5. Múltiplas ofertas no mesmo cartaz

Primeiro cartaz = 1 produto. Ponto. Duas ofertas na mesma folha divide a atenção do cliente em 50% pra cada, e o olho não decide onde pousar. Cartaz de 3 ou 4 ofertas só funciona quando você já tem intimidade com diagramação — aí a gente sobe pra encarte multi-página.

6. Preço em formato inconsistente

Se colocou “R$ 2,99” no preço promocional, o preço “de” também precisa ser “R$ 4,99”, não “4,99” sem o R$, nem “$ 4.99” americano. Uniformidade transmite seriedade. Detalhe que parece bobo, mas cliente atento nota e desconfia.

erros comuns em cartaz de oferta feito por iniciante
Os 6 erros mais comuns do primeiro cartaz — todos corrigíveis em 2 minutos.

O que deixar pra depois (ferramentas profissionais)

Iniciante que tenta pular etapa trava. A lista abaixo é o que não fazer nos primeiros 2-3 meses. Não é que seja ruim — é que só faz sentido depois que você já pegou ritmo com o básico.

  • Photoshop e Illustrator — curva de aprendizado de 40+ horas. Deixa pra quando você tiver designer interno ou for virar um.
  • Corel Draw — mesma lógica, clássico brasileiro de gráfica mas complexo pro dono da loja.
  • Plataforma de encarte com ERP integrado — a ds.marketing puxa preço direto do seu sistema, mas só compensa a partir do 3º mês, quando você já faz 2-3 cartazes por semana e a rotina manual começa a pesar.
  • Impressão em couché 180g com verniz UV — bonito mas caro. Papel comum A4 serve pro primeiro mês.
  • Sistema com cadastro de produto integrado — útil depois que você fecha 200+ SKUs em oferta. Antes disso, é resolver problema que você ainda não tem.
  • Fotografia profissional de produto — celular com luz natural resolve nos primeiros 3 meses.
  • Paleta de marca definida por designer — faz sentido quando a loja tem logo próprio e identidade formal. No começo, amarelo+preto ou vermelho+branco bastam.

Regra geral: iniciante gasta tempo entregando cartaz, não aprendendo ferramenta. O cartaz mediano feito em 10 minutos colado na vitrine converte mais que o cartaz perfeito que ficou 3 semanas em elaboração. Frequência vence qualidade nos primeiros meses.

Quando evoluir pro próximo nível

Depois de 2-3 meses fazendo cartaz básico semanalmente, alguns sinais indicam que é hora de subir um degrau:

  • Você faz 3+ cartazes por semana — a ds.marketing começa a compensar (templates setoriais salvos, marca da loja fixada, preço puxado do cadastro, exportação direta pro WhatsApp e pro Instagram).
  • Cliente começa a reconhecer visual da loja — hora de criar uma paleta fixa (2 cores + fonte escolhida) e aplicar em todo cartaz.
  • Você quer cartazes com foto bonita de produto — hora de investir 2 horas aprendendo a tirar foto com fundo branco no celular (caixa de papelão + luz natural resolve).
  • Está passando de cartaz pra encarte — encarte junta 20-30 ofertas numa peça só. Nível diferente. O guia de como fazer um encarte de ofertas passo a passo cobre esse próximo degrau.
  • Você tem cliente fiel pra avisar — hora de montar lista no WhatsApp e mandar a foto do cartaz pra quem já comprou antes. Dobra o alcance sem custo.
  • Quer diferenciar por setor — se sua loja é específica (farmácia, pet, material de construção), o guia de cartaz de promoção para loja traz 12 modelos adaptados por 6 setores.
  • Está olhando pra sistema que automatize tudo — aqui entra a ds.marketing, com cadastro de produto e preço integrado ao seu ERP e geração automatizada de cartaz, encarte e post.

Um plano realista: mês 1 e 2, cartaz manual em Word ou direto na ds.marketing grátis (2 por semana). Mês 3, aperfeiçoa paleta e começa a botar foto. Mês 4 em diante, avalia se a quantidade de oferta semanal justifica integrar com o seu ERP. Nunca pula etapa.

Pra tipologia mais avançada (stopper, wobbler, end cap, fachada, cartaz digital), o guia dos 15 tipos de cartaz que vendem no varejo detalha cada formato e onde colocar — leitura do mês 3 em diante. E se você já está no nível de modelos prontos por setor específico, o guia de cartaz de promoção e ofertas fecha o ciclo com modelos detalhados de supermercado e mercearia.

Testar a ds.marketing grátis quando quiser automatizar seus cartazes (sem cadastro de cartão)

Perguntas frequentes sobre cartaz de oferta fácil e rápido

Quanto tempo leva pra fazer um cartaz de oferta pela primeira vez?

Entre 10 e 15 minutos do zero, se você seguir os 5 passos: escolher produto e preço, abrir Word ou a ds.marketing, montar o layout 3-em-1 (produto 20%, preço 60%, prazo 20%), imprimir e colar. A partir do segundo cartaz, cai pra 5-8 minutos. É treino.

Precisa saber mexer em Photoshop pra fazer cartaz?

Não. No nível iniciante, Word, Google Docs, ds.marketing ou papel e pincel atômico resolvem. Photoshop só compensa depois de 6+ meses fazendo cartaz, quando você quer customização profunda. A maioria das lojinhas faz todos os cartazes em Word ou numa plataforma de encarte com templates prontos o ano inteiro.

Qual fonte usar no primeiro cartaz?

Arial Bold, Helvetica Bold ou Impact. Três fontes que existem em qualquer computador, leem a distância e não dão errado. Evita Comic Sans, fontes caligráficas e fontes com sombra no primeiro mês — curva de escolha atrapalha iniciante.

Qual cor usar se eu não tiver ideia?

Amarelo de fundo e preto no texto. Combinação testada há 60 anos no varejo brasileiro, máximo contraste, chama atenção a distância. Segunda opção: vermelho e branco (urgência). Terceira: branco e preto (clean). Nunca mais de 2 cores no primeiro cartaz.

Posso fazer cartaz escrito a mão?

Sim, e em açougue, padaria e feira funciona até melhor que impresso. Usa pincel atômico preto ponta grossa, caixa alta, preço enorme no meio. Funciona pior em farmácia e loja de moda, que pedem visual profissional — nesses setores, imprime sempre.

Preciso de impressora colorida?

Não. Impressora preto e branco resolve se você usar a combinação preto + branco + contorno. A cor acelera a atenção mas não é obrigatória — um cartaz bem diagramado em P&B funciona melhor que um cartaz colorido mal feito. Se não tem impressora, leva o arquivo PDF numa lan house, imprime por R$ 1,50-3,00 o A4 colorido.

Tamanho A4 ou A3 no primeiro cartaz?

A4 paisagem resolve pra balcão, prateleira e vitrine pequena. A3 só se a vitrine é grande e lida a mais de 4 metros. Se você só tem impressora A4, imprime duas folhas e cola lado a lado na vitrine — vira um A3 improvisado. Regra: o preço tem que ser legível a 3 metros de distância.

Quando é hora de sair do cartaz básico?

Depois de 2-3 meses fazendo cartaz semanalmente, se você estiver produzindo 3+ cartazes por semana, se o cliente começa a reconhecer visual da loja, ou se você quer passar pra encarte multi-página. Aí compensa uma plataforma de encarte com templates setoriais e integração com o seu sistema de preço, tipo a ds.marketing.

Preciso colocar “sujeito a disponibilidade” no cartaz?

Sim, em fonte pequena no rodapé. Prática recomendada pelo SEBRAE pra evitar conflito quando o estoque acaba e chega cliente atrasado. Também cumpre o espírito do artigo 30 do Código de Defesa do Consumidor, que obriga o comerciante a entregar nas condições anunciadas.

Faz sentido fazer um cartaz sem foto do produto?

No primeiro mês, sim — a foto é o que mais trava iniciante (fica 20 minutos procurando a foto certa e desiste). Cartaz texto-only com preço gigante, produto em cima e prazo embaixo converte bem quando o preço é bom. A foto vem a partir do segundo mês, quando você tira com o celular na luz natural.